segunda-feira, 3 de setembro de 2012

FRANÇA E GRÃ-BRETANHA DECLARAM GUERRA À ALEMANHA

03 de septembro de 1939
No dia 3 de setembro de 1939, França e Grã-Bretanha declararam guerra à Alemanha nazista que havia invadido a Polônia. Dois dias depois, os Estados Unidos declaram sua neutralidade. Era o início da Segunda Guerra Mundial, conflito armado que envolveu as principais potências mundiais da época e que só terminou em 1945, após a morte de aproximadamente 17 milhões de civis. Dez meses antes, a Alemanha já havia invadido os sudetos da Tchecolosváquia, uma região do país, na Boêmia, habitada por alemães. Em março, toda a Tchecolosváquia e a Áustria estavam anexadas à Alemanha. Os aliados, seus futuros inimigos, não se manifestaram diante de tais desrespeitos à soberania dessas nações.

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Ato de rendição da Alemanha 1945

“Nós abaixo assinados, agindo com a autoridade do Alto Comando Alemão, e por meio deste, rendemos incondicionalmente todas as forças em terra, mar e ar, que estão até esta data sobre controle alemão, ao Comando Supremo da Força Expedicionária Aliada e simultaneamente ao Alto Comando Soviético. O Alto Comando Alemão irá, de uma só vez, ordenar todas os militares alemães, autoridades navais e do ar, e todas as forças sob controle alemão, cessar as atividades e operações às 23:01 horas do horário europeu central do dia 8 de maio e manter suas atuais posições naquele momento e a se desarmar completamente, abaixando suas armas e entregando seus equipamentos ao comandante aliado local ou aos oficiais designados pelos representantes do Comando Supremo Aliado. Nenhum navio, nave ou aviões deve fugir, ou qualquer dano deve ser causa em seu casco, maquinário ou equipamentos e também às maquinas de quaisquer tipos, armamentos, aparatos de guerra, e todos os significados técnicos dessa ação de guerra em geral.. O Alto Comando Alemão irá, de uma só vez, ordenar ao comandante apropriado, e assegurar o cumprimento de quaisquer ordens feitas pelo Comando Supremo da Força Aliada Expedicionária e pelo Alto Comando Soviético. Este ato de rendição militar é imparcial, e substitui qualquer instrumento geral de rendição imposto por ou em nome das Nações Unidas e aplicável na Alemanha e em todas as forças armadas alemãs como um todo. No caso de forças sob o Comando do Alto Comando Alemão não cumprirem este ato de rendição, o Comando Supremo da Força Aliada Expedicionária e o Alto Comando Soviético irão tomar ações punitivas ou qualquer outra ação que vejam apropriadas. Este ato está sendo escrito em inglês, russo e alemão. As versões em russo e inglês são as únicas versões autenticas.”

Guerras

Grécia Antiga 1250 - 1240 a.C.: Guerra de Tróia 499 - 479 a.C.: Guerras Médicas 431 - 404 a.C.: Guerra do Peloponeso 334 - 323 a.C.: Campanhas de Alexandre, o Grande Roma Antiga 343 - 290 a.C.: Guerras Samnitas contra Samnium 264 - 146 a.C.: Guerras Púnicas contra Cartago 264 - 241 a.C.: Primeira Guerra Púnica 218 - 202 a.C.: Segunda Guerra Púnica 149 - 146 a.C.: Terceira Guerra Púnica 215 - 168: Guerras Macedónicas 91 - 88 a.C.: Guerra Social contra os aliados latinos 82 - 81 a.C.: Guerra civil de Sulla 58 - 50 a.C.: Guerras da Gália, conquista da Gália por Júlio César 49 - 45 a.C.: Guerra civil de Júlio César 43: Invasão romana das ilhas britânicas 220 - 265: Guerra dos Três Reinos na China 291 - 306: Guerra dos Oito Príncipes na China Idade Média e Renascimento 711 - 718: Conquista árabe da Espanha 1066: Conquista Normanda de Inglaterra 1096 - 1291: Cruzadas 1096 - 1099: Primeira Cruzada 1147 - 1149: Segunda Cruzada 1187 - 1191: Terceira Cruzada 1202 - 1204: Quarta Cruzada 1209 - 1229: Cruzada contra os Cátaros 1217 - 1221: Quinta Cruzada 1228: Sexta Cruzada 1248 - 1254: Sétima Cruzada 1270: Oitava Cruzada 1271 - 1291: Nona Cruzada 1236 - 1237: Invasão Mongol da Bulgária do Volga 1223 - 1240: Invasão Mongol da Rússia 1241: Invasão mongol da Europa 1248 - 1254: Sétima Cruzada 1262 - 1267: Guerra Berke-Hulagu 1139 - 1153: A Anarquia, guerra civil inglesa 1152 - 1453: Guerra da Barba Guerra da Independência Escocesa 1296 - 1328: Primeira Guerra da Independência Escocesa 1332 - 1333: Segunda Guerra da Independência Escocesa 1337 - 1453: Guerra dos Cem Anos 1341 - 1364: Guerra da Sucessão da Bretanha 1385 - 1399: Guerra Tokhtamysh-Tamerlão 1420 - 1436: Guerras Hussitas 1454 - 1466: Guerra dos Treze Anos, entre a Polónia e os Cavaleiros Teutônicos 1455 - 1485: Guerra das Duas Rosas Séculos XVI a Século XIX 1521 - 1523: Guerra da Libertação da Suécia 1562 - 1598: Guerras da Religião em França ou Guerras Huguenotes 1568 - 1648: Guerra dos Oitenta Anos (independência da Holanda) 1588 - 1654: Guerra Luso-Neerlandesa 1618 - 1648: Guerra dos Trinta Anos 1639 - 1652: Guerra Civil Inglesa (Oliver Cromwell) 1648 - 1653: Fronda em França 1648 - 1654: Rebelião de Chmielnicki 1654 - 1656: Guerra Russo-Polaca 1655 - 1656: Guerra Sueco-Brandenburg 1655 - 1660: Guerra Sueco-Polaca 1656 - 1658: Guerra Russo-Sueca 1656 - 1660: Guerra Sueco-Dinamarquesa 1657 - 1660: Guerra Sueco-Holandesa 1658 - 1667: Guerra Russo-Polaca 1701 - 1714: Guerra da Sucessão Espanhola 1733 - 1738: Guerra de Sucessão da Polônia 1740 - 1748: Guerra da Sucessão da Áustria 1754 - 1777: Guerras Guaraníticas 1756 - 1763: Guerra dos Sete Anos 1775 - 1783: Guerra da Independência dos Estados Unidos 1803 - 1815: Guerras Napoleónicas 1807 - 1814: Guerra Peninsular 1809 - 1825: Guerra da Independência da Bolívia 1810 - 1816: Guerra da Independência da Argentina 1810 - 1821: Guerra da Independência do México 1817 - 1818: Guerra da Independência do Chile 1822 - 1823: Guerra da Independência do Brasil 1825 - 1828: Guerra da Cisplatina 1828 – 1834: Guerras Liberais em Portugal 1835 - 1845: Guerra dos Farrapos 1839 - 1860: Guerras do ópio 1839 - 1842: Primeira Guerra do Ópio; 1856 - 1860: Segunda Guerra do Ópio 1848 - 1866: Guerras de Unificação da Itália 1848 - 1849: Primeira Guerra de Independência Italiana 1859: Segunda Guerra de Independência Italiana ou Guerra Franco-Austríaca ou de Guerra Austro-Piemontesa 1866: Terceira Guerra de Independência Italiana (Também chamada de Guerra das Sete Semanas, Guerra Austro-prussiana ou Guerra Civil Alemã). 1851 - 1852: Guerra contra Oribe e Rosas 1853 - 1856: Guerra da Criméia 1861 - 1865: Guerra Civil Americana ou Guerra de Secessão 1864: Guerra contra Aguirre 1864 - 1870: Guerra da Tríplice Aliança ou Guerra do Paraguai 1868 - 1869 : Guerra Boshin 1870 - 1871: Guerra franco-prussiana 1879: Guerra Anglo-Zulu 1879: 1881: Guerra do Pacífico ou do Salitre 1880 - 1881: Primeira Guerra dos Bôeres 1894 - 1895: Guerra Sino-Japonesa 1899 - 1902: Segunda Guerra dos Bôeres na África do Sul 1900 - 1901: Guerra dos Boxers na China Século XX 1904 - 1905: Guerra Russo-Japonesa 1912 - 1913: Guerra dos Bálcãs 1914 - 1918: Primeira Guerra Mundial 1918 - 1922: Guerra Civil Russa 1932 - 1935: Guerra do Chaco 1936 - 1939: Guerra Civil Espanhola 1939 - 1945: Segunda Guerra Mundial 1940 - 1989: Guerra Fria 1946 - 1954: Primeira Guerra da Indochina 1947: Guerra Indo-Paquistanesa ou I Guerra Caxemira 1964 - 2005: Guerra Civil na Colômbia 1965: Guerra Indo-Paquistanesa ou II Guerra Caxemira 1950 - 1953: Guerra da Coréia 1954 - 1962: Guerra da Argélia 1961 - 1975: Guerras Coloniais 1961 - 1975: Em Angola:Guerra da Libertação de Angola 1964 - 1975: Em Moçambique: Luta Armada de Libertação Nacional 1964 - 1973: Guerra do Vietname 1966 - 1988: Guerra da Independência da Namíbia 1967 - 1967: Guerra dos Seis Dias 1969: Guerra do futebol (Honduras contra El Salvador); 1971: Guerra de Bangladesch 1973 - 1973: Guerra do Yom Kippur 1975 - 1998: Guerra da Independência de Timor 1979 - 1989: Ocupação soviética do Afeganistão 1980 - 1988: Guerra Irã-Iraque 1982 - 1982: Guerra das Malvinas (Falklands) 1990 - 1991: Guerra do Golfo 1991 - 2001: Guerra dos Balcãs (Guerras da ex-Iugoslávia) 1994 - 1997: I Guerra da Chechênia 1996 - 1997: Guerra Civil do Zaire 1999 : II Guerra da Chechênia Século XXI 2001 - 2002: Invasão do Afeganistão 2003 - Guerra do Iraque 2006 - 2006: Ofensiva militar de Israel no Líbano

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Avião que lançou a bomba atômica sobre Hiroshima, em 1945, é reconstruído e vira alvo de protestos de sobreviventes

O velho bombardeiro B-29 prateado da Força Aérea americana está de volta – e, com ele, a polêmica que o acompanha desde o dia 6 de agosto de 1945. O avião que transportou e do qual foi lançada a bomba atômica que arrasou a cidade japonesa de Hiroshima na II Guerra deverá ser a maior atração da nova ala do Museu Nacional Aeroespacial Smithsonian, em Washington, que abrirá ao público na semana que vem. Será um retorno em grande estilo. O Enola Gay, nome dado ao bombardeiro pelo comandante da missão para homenagear a mãe, foi inteiramente restaurado. O trabalho durou quase vinte anos e incluiu o garimpo de peças originais com colecionadores. O reaparecimento do avião, como era de esperar, irritou grupos pacifistas americanos e japoneses. Eles não exigem o cancelamento da exposição, mas querem a inclusão de fotos de vítimas da bomba atômica de Hiroshima ao lado da ficha de apresentação com os dados técnicos do bombardeiro no museu. Há oito anos, quando partes do avião foram exibidas no Smithsonian pela primeira vez, houve polêmica semelhante que não deu em nada. A direção do museu já avisou que não vai atender aos pedidos.
Os sentimentos amargos são inevitáveis. A bomba atômica de Hiroshima aniquilou 140.000 pessoas. Três dias depois, foi a vez de Nagasaki ser arrasada pela segunda e última bomba atômica até hoje detonada numa guerra, deixando mais 70.000 mortos. Os testemunhos dos sobreviventes são assustadores: a onda de calor e o deslocamento do ar causados pela explosão formaram uma bola de fogo que avançou 740 metros em apenas um segundo, mais de duas vezes a velocidade do som. Quem estava próximo do epicentro da explosão, onde a temperatura atingiu 4.000 graus, simplesmente evaporou, deixando manchas no solo escurecido. Prédios ruíram, soterrando famílias inteiras. Havia, por fim, a radiação – veneno mortal, mas não imediato, que penetra na medula óssea e nas glândulas linfáticas destruindo os glóbulos brancos do sangue. Há casos de leucemia e câncer desenvolvidos décadas após a exposição à radiação. Ainda se discute se, do ponto de vista militar, os ataques atômicos ao Japão foram realmente necessários para pôr fim à guerra. Os Estados Unidos estimam que se não tivessem feito isso teriam perdido 1 milhão de soldados na invasão do arquipélago nipônico. O certo é que a devastação vista em Hiroshima e Nagasaki serve até hoje para inibir o uso de armas nucleares. Sobretudo porque desde 1945 se ampliou a capacidade tecnológica de exterminar seres humanos. A bomba de Hiroshima pesava 4 toneladas, tinha poder de explosão de 17 quilotons, o equivalente a 17.000 toneladas de TNT, e exigia um avião bombardeiro de grande porte para transportá-la. Hoje, a maioria das armas nucleares do arsenal americano pesa menos de 45 quilos e tem potência média de 1 megaton, ou 1 milhão de toneladas de TNT. É colocada na ponta de um foguete e pode ser lançada de avião, navio ou submarino, viajar 1.600 quilômetros guiada por satélite e acertar o alvo com uma margem de erro de 6 metros. Estima-se que haja mais de 35.000 ogivas nucleares em poder de Estados Unidos, Rússia, Inglaterra, França, China, Paquistão, Índia, Israel e Coréia do Norte – o suficiente para destruir o mundo mais de trinta vezes e transformar o pesadelo de Hiroshima num pálido testemunho da insensatez humana.
Enola Gay
Durante os conflitos da Segunda Guerra Mundial, o bombardeio B-29 que lançou a bomba atômica em Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, foi batizado de Enola Gay. O avião era pilotado pelo coronel Paul Tibbets Jr, na época, comandante número 509 do Grupamento Aéreo dos EUA. O avião B-29 era um quadrimotor batizado de Enola Gay em homenagem à mãe do comandante. O bombardeio atômico arrasou com a cidade de Hiroshima, matando mais de 140.000 pessoas. Três dias depois, a segunda bomba atômica foi lançada sobre Nagasaki, onde 70.000 pessoas foram mortas. Em ambas as cidades, durante o bombardeio, os habitantes sentiram intenso calor numa temperatura de 4.000 graus, muitos evaporaram deixando somente a marca da sombra no chão. Edifícios ruíram e diversas famílias ficaram soterradas. As duas bombas atômicas deixaram alto nível de radioatividade no ambiente que destruiu os glóbulos brancos do sangue das pessoas, gerando leucemia e câncer.
Até os dias atuais, discute-se a real necessidade das duas bombas atômicas terem sido lançadas no Japão. Os EUA se defendem, dizendo que naquele momento havia a estimativa de perder 1 milhão de soldados numa possivel invasão ao arquipélago nipônico. A bomba de Hiroshima, lançada pelo Enola Gay, tinha potência equivalente a 17.000 toneladas de TNT e exigia o uso de uma avião bombardeio de grande porte para transportá-la. Atualmente, uma arma nuclear pesa menos de 45 quilos com uma potência média de 1 milhão de tonelada de TNT, sendo instalada na ponta de um foguete num avião, navio ou submarino, com guia via satélite. Em 2003, O Enola Gay teve a sua restauração concluída e se tornou numa atração no Museu Nacional Aeroespacial Smithsonian, em Washington. Nos anos 2000, a estimava-se que havia mais de 35.000 ogivas nucleares no mundo, presentes dos EUA, Rússia, Inglaterra, França, China, Paquistão, Índia, Israel e Coréia do Norte. Essa quantidade tem a capacidade de destruir o mundo.

domingo, 5 de agosto de 2012

Vassili Zaitsev: Um dos melhores atiradores da História

Vassili Grigoryevich Zaitsev foi um soldado russo, notabilizado como franco-atirador durante a Batalha de Stalingrado, na Segunda Guerra Mundial,com um total de 242 soldados e oficiais alemães mortos durante o conflito. Zaitsev era neto de caçador e aprendeu a atirar ainda criança, caçando em Eliniski, sua terra natal junto aos Montes Urais, onde vivia como pastor. Inicialmente foi incorporado na infantaria da marinha e chegou a Stalingrado em 20 de Setembro de 1942, com a 284ª Divisão de Fuzileiros. Brevemente foi erguido à categoria de herói nacional, pois os franco-atiradores eram então muito estimulados pelo general Vassili Chuikov, comandante do 62º Exército, encarregado da defesa da cidade contra os ataques do 6º Exército alemão. Ele fixava uma mira telescópica no seu rifle Mosin-Nagant modelo M91/30, calibre 7,62 x 54 mm (semelhante ao 30-06 americano, que facilmente penetrava os capacetes dos alemães, causando dezenas de mortes por tiros certeiros na cabeça. Os números divulgados pelos soviéticos naquela época apontam estimativas de que mais de mil alemães foram mortos por franco-atiradores durante a Batalha de Stalingrado, sendo anunciado que Zaitsev fora responsável por 225 dessas mortes (232 e 242 em outras fontes). Ao fim da guerra, este número subiria para cerca de 470, antes de Zaitsev ser cego por um morteiro. Ele também atuou como instrutor de franco-atiradores do Exército Soviético. Após seus serviços prestados na Segunda Guerra Mundial, ele saiu do exército e foi trabalhar em uma fábrica. Ele faleceu a 15 de Dezembro de 1991, aos 76 anos, na cidade de Kiev, Ucrânia.

O monstro de metal: O Flak 88

Os mais famosos canhões de campanha alemães, eram os excelentes canhões de 88 mm. Eram, na realidade, armas antiaéreas que desempenhavam igual eficiência contra os blindados: os Flak 18, Flak 36 e Flak 37. Um canhão de 88 mm aprimorado, projetado especificamente para a função anti-tanque, foi o Pack 43, que atirava uma bomba de 10,16kg a uma distância de 15, 150 metros e era capaz de penetrar uma blindagem de até 184 mm. Essa arma era mais eficiente até uma distância de 2 quilômetros, mas sabe-se um acaso de um Pack 43 que destruiu um tanque soviético a uma distância de 4000 metros.
Antes que os primeiros regimentos panzer da Waffen-SS fossem for mados, a maioria das unidades da SS dispunham de carros blindados de reconhecimento em suas ordens de batalha. Os tipos mais importantes de carros blindados utilizados por essas unidades estavam distribuídos em duas categorias: os carros blindados leves de quatro rodas e os veículos pesados de oito rodas. Embora fossem categorias distintas, ambas sempre tinham bem guardado um poderoso Flak 88.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

ADOLF HITLER SE TORNA O FÜHRER DA ALEMANHA 02 de agosto de 1934

No dia 2 de agosto de 1934, Adolf Hitler assumiu o poder na Alemanha, fundindo as funções de presidente e de chanceler, passando a se autointitular de Líder (Führer), em medida aprovada pelo parlamento. Alguns dias depois, em 19 de agosto de 1934, ele foi confirmado nesta função por 89,9% do eleitorado em um plebiscito. Apesar disso, Hitler sofreu oposição interna e também teve que se defender de atentados praticados por um movimento de oposição que ficou conhecido como resistência alemã.
Contudo, com o passar do tempo, Hitler soube usar seu poder político e também os meios de comunicação para conquistar o apoio da população. Ele era considerado o salvador da pátria em uma época de depressão econômica e também após o tratado de Versalhes, que puniu a Alemanha depois da Primeira Guerra Mundial.